a vida é uma blog


fui

é, já que o bol não gosta mais de mim, eu vou mudar de casa, vou pra um espaço mais agradável e mais modernex.
Aqui já deu o que tinha que dar.
Casa nova, links para os blogs mais atualizados.

http://bommau.wordpress.com/

 



Escrito por conradop às 20h33
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Bom, enquanto não sobra tempo pra escrever e-stórias, parece que o bol também não me dá mais espaço para os desenhos..
e agora?



Escrito por conradop às 20h37
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ehhe

Quero agradecer a todos os comentários, fiquei fora uns tempos e vi vários novos.
Houve um pedido para textos, o ruim é que a história e as coisas se repetem.
Não consigo mais escrever nem compor, os textos precisam sair naturalmente, com tempo, coisa que anda em falta. Daqui uns dias eu escrevo algo legal.
Tenho vivido dias legais bonitos, estou aproveitando bem os momentos que estou com pessoas as quais eu estimo.
A veces parece que a gente precisa perder pra dar valor, é bem cliché. sem problemas eu gosto bastante de frases e citações.
São períodos bem curtos, mas que resumem o que é realmente importante. tem um livro que fala que havia dois poetas, um deles escreveu um texto enorme e o outro uma pequena frase.
o que escreveu a pequena frase foi lembrado por muito tempo. Bom, se fosse assim, o James Joyce seria esquecido.
Ah, vamos só refletir que o teto de uma igreja desabou.
Uns dirão que foi Deus. Os racionais podem concluir que o teto simplesmente era velho, e por isso caiu.
Poderia ser castigo divino, afinal de contas, os líderes dessa tal igreja foram presos na alfândega dos EUA cheios de 10% doados pelos fiéis ignaros.
Pode-se dizer que foi um milagre, que só uns 10 morreram, mas muitos ficaram feridos. Eu não quero nem saber, o teto caiu, e quem não estava rezando sobreviveu!

Bah, grandes coisa.



Escrito por conradop às 18h25
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spoc

"Vontade de gritar, nada pra dizer"



Escrito por conradop às 18h37
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Bizarro

De acordo com matéria publicada na Folha Online 09/01, o Japão está investindo uma nota, para que até 2015, todos os lares japoneses tenham um robô..
Creeedo, isso me faz lembrar do filme Exterminador do Futuro, ou do Eu Robô. Como diz o Sílvio Santos: "saí pra lá!" 

 



Escrito por conradop às 11h35
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Donuts

Essa tirinha, cai bem em filmes dos EUA, pelo menos, é o que os filmes dizem dos cops.
LEmbrando sobre os vícios de linguagem, que eu comecei a falar, mas não terminei, hoje, segue mais um exemplo.
Mas é realmente engraçado, porque a gente tem sempre que terminar o que começa?
O tipo de filme que mais costuma incomodar é aquele que acaba enquando a galera estava esperando pelo fim. Com certeza não é do tipo de filme EUAsiano.

Plebeísmo

O plebeísmo normalmente utiliza palavras de baixo calão, gírias e termos considerados informais. Exemplos:

  • "Ele era um tremendo mané!"
  • "Tô ferrado!"
  • "Tá ligado nas quebradas, meu chapa?"
  • "Esse bagulho é 'radicaaaal'!!! Tá ligado mano?"

Por questões de etiqueta, convém evitar o uso de plebeísmos em contextos sociais que requeiram maior formalismo no tratamento comunicativo.

Fonte do texto Wikipédia. Os exemplos são engraçados. hauhauhahaha.
Porque a wikipédia será melhor que a biblioteca de Alexandria!

 



Escrito por conradop às 19h28
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2000009

Ontem tive uma conversa interessante com uma amiga.
Ela me disse sobre a história de um monge budista.
Em resumo, um discípulo perguntou para o mestre se o copo estava meio vazio, ou meio cheio, ou o que era mais importante.
Então, o monge não respondeu nada, bebeu a água do copo e disse que isso era o que valia.
E eu preocupado, tentando ver o copo meio cheio, quando, na maioria das vezes parece meio vazio.
O esquema é beber,
viva o alcoolismo! \o/

 



Escrito por conradop às 18h56
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The bird & the bee

Para começar o ano, eu coloco um clipe que vi na emetivi.
Gostei do figurino. Não quero dizer nada com a letra dessa canção, apenas gostei do som.
Será que a banda é boa? Ainda não tive tempo de ouvir as outras músicas.
Abraços a todos que prestigiaram o blog, e que comentaram. Abraços pros que não comentaram mas visitaram o blog.
Não mando abraços para os que não visitaram, só se eles descobrirem o blog em 2009.

 



Escrito por conradop às 19h07
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|)|)

Segue abaixo texto que eu encontrei pesquisando sobre o Paulo Coelho. Ele escreve no portal da Globo.

Quando criança, a história era apenas uma piada em um disco de José Vasconcelos. Mais tarde, descobri que muitas vezes agimos assim.

Um sujeito está dirigindo um luxuoso Mercedes Benz quando o pneu fura. Ao tentar trocá-lo, descobre que falta o macaco.

"Bem, vou até a primeira casa, e peço emprestado", pensa, enquanto caminha em busca de ajuda. "Talvez, o sujeito vendo meu carro, queira me cobrar algo pelo macaco", diz para si mesmo. "Um carro como estes, e eu precisando de macaco, ele vai me cobrar dez dólares. Não, talvez cobre cinqüenta, porque sabe que preciso do macaco. Ele vai se aproveitar, talvez cobre cem dólares".

E, à medida que anda, o preço vai subindo. Quando chega na casa, e o dono abre a porta, o sujeito grita: "você é um ladrão! Um macaco não vale tanto! Pode ficar com ele!"

Qual de nós pode dizer que nunca se comportou desta maneira?



Escrito por conradop às 10h58
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o que disse no filme

Eu sou como um cachorro correndo atrás dos carros, quando eu pegar um não saberei o que fazer



Escrito por conradop às 21h06
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de nata

Ho ho ho

 

Que o natal seja uma merda, e 2009 também.

Pra encerrar o ano, eu retomo um tema que falei há algumas semanas. Eu li na revista sobre negócios. Na última página sempre havia histórias e parábolas.  Resumirei a história.
Pai e filho caminhavam na beira da praia, conversando sobre negócios. Enquanto o filho expunha suas idéias todo atento, seu pai interrompia a caminhada para recolher as estrelas do mar que estavam na areia, e atirá-las de volta à água. Num dado momento, o filho irrita-se com a atitude do pai. Pois ele ficava parando a conversa para salvar as estrelas, e a praia estava cheia delas.  O filho perguntou de que adiantava arremessar as estrelas, se o pai não conseguiria devolver nem metade das várias que se encontravam na praia. Então o velho respondeu que para aquelas estrelas que ele jogou de volta ao mar, o seu gesto fazia toda a diferença.

Em 2009 faça a diferença, mas deixe a vida das estrelinhas em paz.

 



Escrito por conradop às 09h31
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ZN

Essa era uma vista legal que eu tinha da janela do trabalho. Pena que a camera não era das melhores, muito menos o fotógrafo.
Por onde ela andará?



Escrito por conradop às 18h24
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oi

(continuação) 

O livro só peca num detalhe, que depende muito de gosto. Detalhe que faz parte do jornalismo literário. Na minha nada modesta opinião, eu acho um porre certas descrições de ambiente, gosto de livros mais objetivos, diretos. Claro que, vez ou outra as descrições enriquecem a narrativa. Mas tem hora que enche o saco.
Seguem abaixo exemplos de descrições que eu achei desnecessárias:

"...mora na Rua Augusta, em cima de um teatro. Ao lado, um mercado; em frente, um bar com dois ambientes: um deles possui cinco mesas de sinuca, o outro, uma jukebox velha na parede."

"Sua fachada é toda preta, com uma porta de metal. No primeiro pavimento, as paredes próximas à entrada são vermelhas e pretas. Depois, tornam-se pretas com linhas brancas transversais de larguras diferentes..." E por aí, vai, deu até preguiça de copiar o segundo trecho inteiro.

No primeiro caso eu pergunto, e o que a p*##@ do bar do lado do mercado da frente tem a ver com o livro? Bom, tem que ajuda a conhecer por onde anda o Clemente.

A parte que eu achei engraçada e que ilustra bem o personagem, é a fala do Dr. Sukata: "...a Júlia pira de saber que tem um cara na televisão que mora junto com ela, andando de cueca e peidando pela casa inteira."

Enfim, pra quem quer conhecer a história de algumas bandas do punk rock nacional, vale apenas. È um livro, que foi feito em quase um ano, vários livros estudados, pessoas entrevistadas.  Quem quiser comprar, é só pedir pra mim.



Escrito por conradop às 19h52
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ska

 

 

O livro acima foi escrito por dois amigos meus, e fala sobre alguns personagens punks.
trata-se de um livro bem legal para quem não conhece muito sobre o tema.
Eu mesmo, nunca fui acostumado a ver punks na minha cidade, no interior de São Paulo.
Uma vez, quando cortei o cabelo moicano, meus amigos tiraram sarro da minha cara, e minha mãe até chorou.
Coisa de gente do sítio né.
Bem, quando vi a apresentação do livro na banca de qualificação da faculdade, já fiquei interessado pelo tema.
Achei legal saber sobre pessoas que tentam mudar o mundo, essa grande ilusão humana.
até o nome do livro ilustra a imensa utopia: "Punk, o protesto não tem fim". A parada parece Quixotesca.
Mas o que eu realmente me interessei foi ao ouvir sobre pessoas que não se importam com a imagem, e que possuem um ideal.
Entretanto, há vários tipos e grupos diferentes. E o livro ajuda a conhecer um pouco disso. Coisa que a mídia acaba generalizando, distorcendo.
agora, é engraçado que parece que quase todos os personagens possuem uma história de briga, se não pelo menos, a grande parte.
Aí já começa a foder tudo. Gente que acha que só porque certo cara está se aparecendo demais, tem que apanhar. Enfim, tretas.
mas não vou ficar só rasgando elogios. uma coisa que eu não gostei e tenho a impressão de que foi meio influenciada pelos professores quadrados:
Na contracapa, a gente encontra uma justificativa: "queremos, antes de qualquer coisa, esclarecer alguns pontos. Em nenhum momento tivemos a pretensão de escrever algo definitivo sobre o Punk Rock em São Paulo.
Ah, deixa disso, tem que ter pretensão sim. Não precisa esclarecer nada. Se não tem pretensão também, dane-se. Será que todos os livros são escritos para serem definitivos?
A vida não é nada definitiva, somos a mudança constante. Tudo bem que alguns decidem parar no tempo, mas o grande barato é a evolução.
Bem, amanhã eu trago o resto da crítica. Em resumo, eu recomendo a leitura. To quase acabando aqui, e curti o livro.



Escrito por conradop às 20h47
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velha

Essa notícia é velha, já vi faz tempo, mas como estava em destaque resolvi falar tbm.
A foto acima é de um rato que ganhou da cobra, em Taiwan.



Escrito por conradop às 13h30
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